um pensamento libertador

“haviam todas as coisas de ser de comer. tudo. casas e carros haviam de ser de comer, e no momento em que estivéssemos para morrer e deixar para impostos e taxas e roubalheiras assim, comíamos tudo e depositávamos no testamento o monte de merda que dali resultasse. comíamos tudo e deixávamos um grande monte de merda que, se quisessem vê-lo transformado novamente em casas e carros, teriam que usar para estrumar os campos e depois plantar e regar e tomar conta e depois colher”…

António Silva, personagem central de “A máquina de fazer espanhóis” de Valter Hugo Mãe

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